No dia 7 de julho de 2026, foi lançada em Brasília (DF) a Rede EJA e Inclusão Produtiva, que visa articular produção de conhecimento, incidência em políticas públicas e mobilização de diferentes setores para ampliar oportunidades de escolarização e inclusão produtiva de jovens, adultos e idosos.
A rede é formada por 16 instituições da sociedade civil e organismos multilaterais e publicou o estudo ‘População de 15+ fora da escola, demanda potencial por EJA e transições para o trabalho: diagnóstico e evidências para políticas públicas’, desenvolvido em parceria técnica com o Centro para o Estudo da Riqueza e da Estratificação Social (CERES) e com o Laboratório de Monitoramento e Avaliação de Políticas e Eleições (MAPE).
O estudo apresenta um diagnóstico nacional sobre a demanda potencial e atendida da Educação de Jovens e Adultos, além de dados sobre a relação entre escolaridade, inserção produtiva e desigualdade.
A Rede EJA e Inclusão Produtiva é composta por instituições como a Fundação Roberto Marinho (FRM), a Ação Educativa, a Ashoka, entre outras, e foi criada em um momento estratégico para o país, por conta da implementação do novo Plano Nacional de Educação (PNE) e pela renovação das agendas públicas de estados e da União no período de eleições.
