O Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Custódia do Ministério Público do Rio de Janeiro (NACAC/MPRJ) converteu, na quinta‑feira (30/07), a prisão em flagrante de Ramon dos Santos Marinho em prisão preventiva, após o confronto armado ocorrido na noite de terça‑feira (28/07) na Avenida Brasil.
Segundo o auto de prisão em flagrante, os ocupantes do veículo em que Ramon estava dispararam contra uma equipe da Polícia Militar, que revidou. A perseguição terminou com a colisão do automóvel, resultando na morte de quatro dos seis ocupantes e de um policial militar; Ramon e um adolescente foram socorridos.
Na ação foram apreendidos fuzis, pistolas, carregadores, munições e roupas camufladas.
Em audiência de custódia, o Ministério Público argumentou que a gravidade dos fatos e a necessidade de preservar a ordem pública justificam a manutenção da prisão preventiva. O juiz acolheu o pedido, ressaltando o risco de liberdade e citando que “a natureza e a quantidade dos armamentos e acessórios de camuflagem indicam que a conduta não foi um ato isolado de resistência, mas uma ação planejada com meios eficazes para a prática de crimes contra a vida”.