O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) foi o local escolhido para a cerimônia de abertura da correição ordinária, realizada pela Corregedoria Nacional do Ministério Público, com foco na promoção dos direitos fundamentais. O evento ocorreu nesta terça-feira (01/09) e as atividades presenciais se estenderão até quarta-feira (02/09), enquanto as sessões virtuais seguirão até 11/09, abrangendo 80 unidades do MPRJ.
A correição tem como objetivo avaliar o funcionamento dos serviços do Ministério Público em todo o Brasil, especialmente nas Procuradorias e Promotorias de Justiça, além de Núcleos, Grupos, Centros de Apoio e Unidades de Inteligência. A análise se concentra em áreas como defesa da mulher em situação de violência, infância e juventude, educação infantil, crimes contra crianças e adolescentes, defesa do patrimônio público e combate às organizações criminosas.
Durante a abertura, o procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, enfatizou a relevância da correição, destacando que o MPRJ busca garantir condições adequadas de trabalho para seus membros e servidores. “O Ministério Público é uma instituição de Estado que vive em um permanente processo de construção”, afirmou.
O corregedor nacional, Fernando Comin, elogiou o trabalho de seu antecessor e ressaltou que as correições promovem a evolução do trabalho ministerial, permitindo a troca de experiências e a identificação de boas práticas. “A correição não pretende ser uma incursão verticalizada, mas uma troca de experiências”, disse.
A corregedora-geral do MPRJ, Viviane Tavares Henriques, também se pronunciou, destacando o compromisso da Corregedoria Nacional com a efetivação dos direitos fundamentais e a importância do diálogo para o aprimoramento institucional.
Após a conclusão dos trabalhos, a equipe da Corregedoria Nacional elaborará relatórios sobre as unidades visitadas, culminando em um relatório final que será apresentado ao plenário do CNMP.